sexta-feira, 1 de agosto de 2014
APELO - Vacada em Água de Pau
Está prevista a realização de uma vacada na freguesia de Água de Pau, ilha de São Miguel, integradas nas festividades de Nossa Senhora dos Anjos.
Escreva ao Bispo dos Açores a pedir para que mande cancelar o evento. Divulgue por todos os seus contatos. Pode usar o texto abaixo ou personalizá-lo a seu gosto.
Contatos:
Para: geral@diocesedeangra.pt,
Cc: saomiguelsemtouradas@gmail.com
Exmo. e Revmo. Senhor
Dom António de Sousa Braga
Tomei conhecimento através de uns cartazes que a Comissão de Festas de Nossa Senhora dos Anjos vai promover, no próximo dia 9 de Agosto, uma vacada na freguesia de Água de Pau, Concelho de Lagoa, nos Açores.
Considerando que a Igreja Católica deveria ter uma posição clara de oposição às touradas e outros ditos espetáculos com bovinos, que foram condenadas e proibidas pelo Papa Pio V, que as considerava como espetáculos alheios de caridade cristã;
Considerando que as touradas, vacadas e garraiadas em nada contribuem para educar os cidadãos e cidadãs para o respeito aos animais, além de causarem sofrimento aos mesmos e porem em risco a vida das pessoas;
Considerando que entre a população local há paroquianos que estão descontentes com o uso das suas contribuições para fins que em nada servem para a elevação moral e ética dos habitantes de Água de Pau;
Considerando que a hierarquia da Igreja deve dar o exemplo para todos os crentes.
Vimos apelar a V. Rev. para que intervenha junto do pároco local e da comissão de festas para que a referida vacada não se realize.
Atentamente
segunda-feira, 28 de julho de 2014
Não deixe para amanhã ...
Ribeira Grande pelo património natural e cultural, livre de espetáculos com touros
Para:
Exmo. Sr. Presidente da Câmara da Ribeira Grande,
Exmos. Srs. Vereadores da Câmara da Ribeira Grande,
Nos últimos anos temos assistido no concelho da Ribeira Grande à promoção e realização de espetáculos de tourada à corda à moda daqueles que são realizados na ilha Terceira. Estas atividades, geralmente anunciadas como “vacadas”, têm sido realizadas sem ter nunca um claro licenciamento e enquadramento legal no município.
Sob esta consideração, a Assembleia Municipal da Ribeira Grande aprovou recentemente uma recomendação à Câmara Municipal “para o não licenciamento de atividades com touros, salvaguardando a segurança das pessoas e animais”. A Assembleia Municipal salienta na sua recomendação que na Ribeira Grande não existe tradição de touradas em nenhuma das suas freguesias, que não existem as condições objetivas nem de segurança para a sua realização, que não existe um regulamento municipal que preveja o seu adequado licenciamento, que não existem funcionários municipais com experiência para as acompanhar e fiscalizar e, finalmente, que “não existe a garantia prévia ou meio de prova que salvaguarde a segurança das pessoas nem a consagração dos princípios de respeito pelos animais e demonstração da utilidade da promoção de atividades deste tipo”. Infelizmente a Câmara Municipal entendeu agora não respeitar esta recomendação.
Nós, cidadãs/ãos, consideramos que práticas de entretenimento com animais como a tauromaquia são uma expressão de insensibilidade e de violência que deseduca e em nada dignifica às pessoas nem o bom nome do concelho.
Achamos incompreensível que estas práticas sejam agora autorizadas na Ribeira Grande, ou mesmo na ilha de São Miguel, onde não existe nenhuma tradição de touradas. Consideramos ainda que a importação à Ribeira Grande destes retrógrados espetáculos, que já foram banidos em muitos países, até naqueles denominados de "países do terceiro mundo", e são cada vez mais rejeitados em todo o mundo, significa um claro retrocesso civilizacional para o nosso município.
Ainda, salientamos que a realização deste tipo de espetáculos violentos provoca numerosos feridos entre os assistentes, muitas vezes graves, e até mortos, os quais não deveriam pesar nunca na consciência das/os cidadãs/aos ribeiragrandenses, nem dos seus governantes.
Num concelho que quer ser respeitado pela sua modernidade, pelo seu apego e proximidade aos valores naturais, pelo desenvolvimento do turismo de natureza e pelo seu cuidado e bem-estar dos animais, não existe lugar para este tipo de espetáculos degradantes para animais e pessoas.
Assim, através da presente petição, ferramenta de participação cívica, as/os cidadãs/ãos subscritoras/es, apelam à Câmara Municipal da Ribeira Grande que, enquanto poder executivo cumpra a deliberação da Assembleia Municipal de impedir o licenciamento de touradas no nosso município, mantendo o nosso concelho livre de todo tipo de espetáculos com touros;
Coletivo Alice Moderno e Movimento Cívico Abolicionista da Tauromaquia nos Açores
Assine aqui: http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=anti-tourada
quinta-feira, 17 de julho de 2014
PROTESTA | SATA ao serviço da indústria tauromáquica
A SATA, companhia aérea dos açores é uma empresa que apregoa o seu compromisso com a sustentabilidade, o respeito pela biodiversidade, a solidariedade social, o apoio o à cultura mas que simultaneamente possui uma prática de apoio à tortura de animais, traduzida nas parcerias que tem feito com a Tertúlia Tauromáquica Terceirense através da disponibilização de pacotes que incluem ingressos para touradas de praça durante as sanjoaninas.
Como se isto não bastasse, a SATA acabou de remeter um e-mail aos seus clientes com o assunto OLÉ! No qual faz a promoção de viagens Açores-Madrid pelo preço mínimo de 199€, apresentando como imagem uma praça de touros.
Manifeste à SATA o seu descontentamento, enviando o texto abaixo ou outro da sua autoria.
SRTT-Info@azores.gov.pt
contacto@sata.pt
Exmo Senhor Secretário Regional do Turismo e Transportes
Exmo Senhor Presidente do Grupo SATA
Tendo conhecimento que a SATA tem promovido a tortura de animais de que são exemplo as parcerias que tem feito com a Tertúlia Tauromáquica Terceirense, através da disponibilização de pacotes que incluem ingressos para touradas de praça durante as sanjoaninas e a recente promoção de viagens Açores-Madrid pelo preço mínimo de 199€, apresentando como imagem uma praça de touros, venho manifestar o meu profundo repúdio.
Em vez de promover e apoiar touradas de praça, uma barbaridade condenada por todas as pessoas cultas e sensíveis e cada vez mais repudiada em todo o mundo civilizado, a SATA deveria demarcar-se de tal atividade e promover o respeito pelo bem-estar e pelos direitos dos animais.
Além disso, a SATA e o Governo Regional que a tutela, deveriam promover os Açores, implementando preços de viagens mais acessíveis a quem nos quer visitar e cumprir as promessas de baixar os custos das viagens, nomeadamente para todos os que são obrigados a deslocar-se por motivos de saúde para fora da Região e a todos os açorianos que pretendem deslocar-se às terras onde se encontram espalhados pelo mundo os seus familiares.
Cumprimentos
Como se isto não bastasse, a SATA acabou de remeter um e-mail aos seus clientes com o assunto OLÉ! No qual faz a promoção de viagens Açores-Madrid pelo preço mínimo de 199€, apresentando como imagem uma praça de touros.
Manifeste à SATA o seu descontentamento, enviando o texto abaixo ou outro da sua autoria.
SRTT-Info@azores.gov.pt
contacto@sata.pt
Exmo Senhor Secretário Regional do Turismo e Transportes
Exmo Senhor Presidente do Grupo SATA
Tendo conhecimento que a SATA tem promovido a tortura de animais de que são exemplo as parcerias que tem feito com a Tertúlia Tauromáquica Terceirense, através da disponibilização de pacotes que incluem ingressos para touradas de praça durante as sanjoaninas e a recente promoção de viagens Açores-Madrid pelo preço mínimo de 199€, apresentando como imagem uma praça de touros, venho manifestar o meu profundo repúdio.
Em vez de promover e apoiar touradas de praça, uma barbaridade condenada por todas as pessoas cultas e sensíveis e cada vez mais repudiada em todo o mundo civilizado, a SATA deveria demarcar-se de tal atividade e promover o respeito pelo bem-estar e pelos direitos dos animais.
Além disso, a SATA e o Governo Regional que a tutela, deveriam promover os Açores, implementando preços de viagens mais acessíveis a quem nos quer visitar e cumprir as promessas de baixar os custos das viagens, nomeadamente para todos os que são obrigados a deslocar-se por motivos de saúde para fora da Região e a todos os açorianos que pretendem deslocar-se às terras onde se encontram espalhados pelo mundo os seus familiares.
Cumprimentos
quinta-feira, 3 de julho de 2014
Comunicado MCATA: Não mais mortos e feridos nas touradas à corda
Não mais mortos e feridos nas touradas à corda
O Movimento Cívico Abolicionista da Tauromaquia nos Açores (MCATA) lamenta profundamente a morte de mais uma pessoa, neste caso, a de um homem de 62 anos, durante a realização de uma tourada à corda na ilha de São Jorge. Esta morte é mais uma que vem somar-se à de um homem de 78 anos na ilha da Graciosa, em 2013, e à morte de um homem na ilha do Pico, em 2012. Assim, a trágica estatística das mortes nas touradas à corda na região situa-se, no mínimo, numa pessoa morta por ano.
Para além das pessoas que morrem, o número de feridos graves nas touradas à corda é bastante maior, como indicam os casos que chegam a ser conhecidos apesar de, no geral, raramente serem noticiados. No total, o número de feridos graves e ligeiros nos Açores como consequência das touradas à corda estima-se em mais de 300 em cada ano.
Estes números são necessariamente aproximados em virtude dos feridos e mesmo dos mortos resultantes das touradas à corda, não serem mencionados, na maioria das vezes pela comunicação social. Aliás, é lamentável que, no caso da pessoa recentemente falecida em São Jorge, a comunicação social tenha centrado a notícia exclusivamente nas dificuldades da evacuação médica, que não contestamos, chegando mesmo a não referir, muitas vezes, que a causa primeira da morte foram os ferimentos ocasionados durante uma tourada.
Todas estas mortes inúteis e todos estes numerosos feridos, graves ou ligeiros, poderiam ser facilmente evitados com a definitiva abolição das touradas nos Açores e a sua substituição por eventos culturais que, longe de cultivar a violência e a morte, fomentassem a alegria de viver e o respeito pelas pessoas e pelos animais. É cada vez mais evidente, nos Açores e em todo o mundo, que está na hora de acabar com esta barbárie absurda e sem sentido, permitindo aos povos evoluir e entrar definitivamente num progresso cultural próprio do século XXI.
Porém, longe deste entendimento, as touradas à corda continuam a receber apoios públicos por parte do governo regional e das autarquias açorianas. Os governantes fecham os olhos à realidade e parecem varrer os mortos e os feridos para baixo do tapete.
Mas, ainda são também de lamentar as outras vítimas das touradas à corda: os touros. Infelizmente não são raros os casos de animais que chegam a morrer durante as touradas. São conhecidos casos de touros que morreram de esgotamento e outros que morrem ao embaterem contra um muro. São frequentes também os casos de animais que acabam gravemente feridos, perdendo um ou os dois cornos ao embaterem contra as paredes e muros, ou partindo ossos ao escorregar ou saltar nas ruas. É, ainda, comum ver touros com ferimentos, sangrando e sem que por isso se interrompa a festa.
Apesar de tudo isto, lamenta-se que alguns políticos ainda considerem as touradas como simples “brincadeiras” com os animais.
Partilhando o sentir da maioria da sociedade açoriana, o MCATA considera que não é admissível haver mais nenhuma morte nem mais feridos por causa das touradas à corda.
Por último, o MCATA apela às entidades que têm responsabilidade na matéria para que atuem sem mais demora.
Comunicado do
Movimento Cívico Abolicionista da Tauromaquia nos Açores (MCATA)
03/07/2014
domingo, 29 de junho de 2014
SOS FURNAS
Furnas Valley is a picturesque valley known for its hotsprings, its spas, its tranquility and its natural environment, which is ideal for nature-based tourism.
Recently a bullfight took place in this valley, with the permission of the local authorities. Barbarous events such as bullfights, which go against animal rights, have never been traditional in S. Miguel island, where Furnas Valley is situated. Bullfighting bull breeders , by economic interests, are trying to introduce this so-called "tradition" in an island where this custom never existed.
Please help us stop this attempt against animal rights, by sending the following e-mail to the Mayor of Povoação (to which Furnas Valley belongs), and to the local Furnas local authorities.
To/ para:
geral@cm-povoacao.pt
geral@jffurnas.com
CC:
terra.nostra@bensaude.pt
pnsmiguel.cmif@azores.gov.pt
CCO:
mcatacores@gmail.com
---------------------------------------
Exmo. Senhor Presidente da Câmara Municipal da Povoação
Exmo. Senhor Presidente da Junta de Freguesia das Furnas
Dear sirs
The Furnas Valley is one of the most important touristic sites in São Miguel and in the Azores, internationally known for its incomparable nature and for its rich heritage. Places like the Terra Nostra Park, the many hot springs and the Furnas Lake are known references in the context of nature-based tourism.
However, this idyllic image of the Furnas valley can easily be destroyed if events such as the bullfight which took place on the 13th of June in the Queimadas area are allowed. These events which go against animal rights and welfare are not traditional in this island, and will result in the general disapproval of foreign tourists and also of locals who come to Furnas searching for a natural paradise.
In my opinion these barbarian customs based on animal torture and imported from other islands are totally incompatible with the development of a tourism based on nature. And they are also incompatible with a modern municipality which has until now based its tourism strategy in the respect for nature, the environment and animals. If other events of this kind are allowed, many tourists, foreign and national, will begin to avoid visiting the Furnas Valley, with loss of income for hotels, local restaurants and commerce.
It is my intention, if this kind of event is allowed in this area again, I will avoid visiting Furnas Valley, I will avoid staying in its hotels and eating in its restaurants, I will not shop in the local commerce and will not use its spas, or go to Furnas events and exhibitions.
Best regards
(name, country)
sexta-feira, 13 de junho de 2014
APELO - Tourada nas Furnas
Urgente! Está anunciada para hoje a realização duma tourada à corda nas Furnas, São Miguel, onde nunca houve touradas.
Escreva para a Câmara Municipal da Povoação e a Junta de Freguesia das Furnas. Também para o Terra Nostra Garden Hotel e o Centro de Monitorização e Investigação das Furnas.
PARA:
geral@cm-povoacao.pt
geral@jffurnas.com
CC:
terra.nostra@bensaude.pt
pnsmiguel.cmif@azores.gov.pt
CCO:
mcatacores@gmail.com
---------------------------------------
Exmo. Senhor Presidente da Câmara Municipal da Povoação
Exmo. Senhor Presidente da Junta de Freguesia das Furnas
O Vale das Furnas é um dos ex-libris turísticos da ilha de São Miguel e dos Açores, tendo vindo a ser cada vez mais conhecido internacionalmente pelos seus incomparáveis valores naturais e pela riqueza do seu património, que felizmente têm sido objecto duma intensa promoção turística nos últimos anos. Assim, locais como o Parque Terra Nostra, as inúmeras nascentes termais ou a Lagoa das Furnas são conhecidas referências no contexto do turismo de natureza da região.
No entanto, esta imagem do Vale das Furnas como um paraíso idílico, como uma das mais belas localidades do arquipélago açoriano, pode ir facilmente por água abaixo se não forem travadas iniciativas que, pretendendo introduzir costumes e tradições alheias, acabarão por suscitar com certeza o repúdio generalizado dos turistas estrangeiros e também dos próprios micaelenses que até agora procuraram nas Furnas o seu pequeno paraíso natural.
Assim, foi com enorme surpresa que vi anunciada a realização duma tourada à corda na zona das Queimadas, a realizar neste dia 13 de Junho, às 20h, organizada pelo “Império da Santíssima Trindade”.
Considero que estes costumes bárbaros baseados no maltrato animal e importados agora de outras ilhas são totalmente incompatíveis com o desenvolvimento dum turismo de natureza. E são também totalmente incompatíveis com um município moderno que tem baseado até agora a sua estratégia turística no respeito pela natureza, pelo ambiente e pelos animais.
Se este espectáculo chegar a realizar-se não duvidem que os turistas estrangeiros e muitos turistas micaelenses começarão a evitar visitar o Vale das Furnas. De nada hão de servir então todas as melhoras ou investimentos realizados nos hotéis, nas termas, nos centros de interpretação ou no comércio local.
Também não duvidem que no sucessivo eu próprio evitarei visitar o Vale das Furnas, evitarei a sua até agora excelente oferta hoteleira e de restauração, evitarei consumir no comércio local, evitarei frequentar as suas termas, evitarei visitar magníficos eventos como a exposição de camélias e evitarei visitar os seus centros de interpretação.
Assim, venho apelar a V. Ex.ª para que seja retirada imediatamente a licença municipal e evitada a realização deste evento.
Com os melhores cumprimentos
(Nome, Localidade)
domingo, 6 de abril de 2014
280 MIL EUROS para touradas. Crise, qual crise?
Mais 280 mil euros, com os nossos impostos e apoio da Câmara Municipal de Angra do Heroísmo, para violentar animais nas Sanjoaninhas 2014, na Ilha Terceira
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