terça-feira, 13 de agosto de 2019

A tortura animal como programa político




Garraiada organizada pelo PSD da ilha Terceira

"Venha divertir-se" com a violência contra animais e pessoas, "com muita comida, bebida e animação".

Sempre a confundir barbárie com tradição.




quinta-feira, 25 de julho de 2019

Provedor do Telespetador da RTP contra a transmissão de touradas


Resposta do Provedor do Telespetador da RTP

"Muito agradeço ter-me dado a conhecer a sua opinião quanto à transmissão de touradas pela RTP. Vários telespetadores fizeram-me chegar idêntica posição. Outros, pelo contrário, elogiaram a RTP por esta transmissão e pedem mais.

Como saberá, já várias vezes tomei posição pública sobre este tema. O assunto também foi objeto de debate na Assembleia da República, com o resultado que é conhecido. Espero que no quadro da Assembleia a ser eleita este outono exista uma maioria política favorável à interdição de tais transmissões.

De qualquer, modo creio que no próximo ano haverá menos touradas na RTP1 e que, num horizonte temporal relativamente curto, a sua transmissão deixará de ser feita."

m/ cumprimentos,

Jorge Wemans

Provedor do Telespetador da RTP
"





segunda-feira, 15 de julho de 2019

Políticos que envergonham os açorianos decentes





Carlos César (PS), António Ventura (PSD) e João Castro (PS) são três deputados que
envergonham todos os açorianos decentes. Se pouco sabemos sobre a paixão pela tortura
de animais por parte do último, o segundo é conhecido pelas suas declarações em defesa
das touradas e, portanto, contra o bem-estar e os direitos dos animais.

Carlos César, por seu lado, não engana ninguém. Depois de um percurso de vida que
todos conhecem, isto é, sem nunca ter tido uma profissão e de ter estado envolvido na
questão imoral do recebimento de passagens aéreas, tal como outros, no que diz respeito
às touradas está do lado da defesa da tortura. Com efeito, não nos podemos esquecer que
foi ele o porta-voz e o primeiro signatário de uma proposta para baixar o IVA das
touradas.


NOTAS ECOLÓGICAS 10, 14 de julho de 2019
Foto: facebook



segunda-feira, 5 de novembro de 2018

Comunicado do MCATA: Com a Ministra da Cultura



Com a Ministra da Cultura

Um coro de pedidos de demissão da Ministra da Cultura por parte de setores minoritários da sociedade portuguesa agarrados a práticas sangrentas e arcaicas está a encontrar algum eco na imprensa e nas redes sociais.

O pedido surgiu na sequência de uma intervenção da nova Ministra da Cultura, Graça Fonseca, que teve a coragem de dizer na Assembleia da República o que pensa a maioria dos açorianos, isto é que “a tauromaquia não é uma questão de gosto, é uma questão de civilização”.

A coragem da Ministra, contrasta com o apoio que é dado nos Açores a práticas caducas, sugadoras de dinheiros públicos e deseducativas que são as touradas e atividades com elas relacionadas, como são ferras que têm tido a bênção do Secretário Regional da Agricultura.

Perante o feroz ataque à Ministra da Cultura por parte de quem não evoluiu e não é sensível ao sofrimento de outros seres vivos, o Movimento Cívico Abolicionista da Tauromaquia nos Açores (MCATA) manifesta a solidariedade a quem teve a coragem de dar voz à maioria dos cidadãos que acha que a tauromaquia só envergonha Portugal perante o mundo civilizado e apela a todos os açorianos para participarem nas várias campanhas em curso em sua defesa.


Comunicado do
Movimento Cívico Abolicionista da Tauromaquia nos Açores (MCATA)
05/11/2018





quarta-feira, 29 de agosto de 2018

Vaca obrigada a beber cerveja em São Jorge



Video:
https://www.facebook.com/611581035901921/videos/231974244141322/


Mas o mesmo acontece na Terceira:



Este é o tipo de cultura apoiada pelo Governo Regional. O Diretor Regional da Agricultura, José Élio Ventura, insulta os açorianos quando afirma que a tourada à corda é "uma atividade cultural que é determinante para a afirmação da identidade e do estado de alma de ser açoriano". Para ele, a alma dos açorianos é isto?


segunda-feira, 6 de agosto de 2018

Assine a petição: Santa Cruz da Graciosa, Igreja e Governo Regional dos Açores unidos na tortura animal




Santa Cruz da Graciosa continua a investir na tortura animal com a conivência da Igreja e do Governo Regional dos Açores.

Nos próximos dias 11 e 13 de agosto estão programadas duas touradas de praça na Ilha Graciosa, integradas nas Festas de Santo Cristo 2018, da responsabilidade da Câmara Municipal de Santa Cruz da Graciosa que transfere as verbas necessárias para a associação PRODIB.

A Igreja Católica, que devia ter uma posição clara relativamente às touradas, condenadas e proibidas pelo Papa Pio V que as considerava como espetáculos alheios à caridade cristã, permite que a barbaridade e a tortura integrem a componente profana das suas festas.

O Secretário Regional da Educação e Cultura, Avelino de Freitas Meneses, declarou estas touradas de reconhecido interesse público, permitindo com isto a participação nelas do Grupo de Forcados Amadores da Tertúlia Tauromáquica Terceirense e dispensando-os da sua atividade profissional.

Face ao exposto, vimos manifestar a V. Exs o nosso desagrado e repúdio pelo apoio dado à tortura de animais por parte de uma Câmara Municipal e do Governo Regional dos Açores e pelo silêncio cúmplice da Igreja Católica a uma prática retrógrada que promove o sofrimento e morte desnecessária de animais, touros e cavalos.


ASSINE A PETIÇÃO:
https://www.change.org/p/santa-cruz-da-graciosa-continua-a-investir-na-tortura-animal-com-a-coniv%C3%AAncia-da-igreja-e-do-governo-regional-dos-a%C3%A7ores



terça-feira, 17 de julho de 2018

Comunicado do MCATA: A hipocrisia e o engano das falsas touradas de beneficência



A hipocrisia e o engano das falsas touradas de beneficência

O Movimento Cívico Abolicionista da Tauromaquia nos Açores (MCATA) condena a utilização falsa e hipócrita de supostos fins de beneficência para fomentar e tentar lavar a cara ao cruel negócio das touradas na nossa região.

Mais uma vez, a indústria tauromáquica da Terceira anunciou a realização de uma tourada falsamente denominada de beneficência: a chamada “Corrida do Emigrante”, prevista para o dia 22 de julho, que tem como suposta finalidade apoiar o Lar de Idosos da Vila de São Sebastião.

Na realidade, para a indústria tauromáquica qualquer coisa é válida para tentar atrair mais espectadores às praças de touros, mesmo ludibriando as pessoas com apelos aos mais nobres sentimentos da caridade. Para tal basta arranjar a cumplicidade dos dirigentes duma entidade qualquer à qual depois, no melhor dos casos, são entregues umas quantas migalhas dos lucros obtidos.

Umas migalhas ou mesmo nada. Por exemplo, no caso das duas touradas realizadas no passado mês de março em Santarém a favor das vítimas dos incêndios de Pedrógão Grande, a associação de vítimas desta localidade nem sequer tinha conhecimento da sua realização. E na vizinha Espanha, na cidade de Albacete, uma associação de pessoas portadoras de deficiência não recebeu nem um tostão dos mais de 200 mil euros ganhos na bilheteira da tourada realizada, a seu favor, no passado mês de julho.

Afinal, a preocupação pela entidade beneficiada é quase sempre praticamente nula. Assim ficou demonstrado também na nossa região com a frustrada tourada organizada na Terceira, em 2016, a favor da Liga Portuguesa Contra o Cancro (LPCC). Perante o anúncio da tourada, a LPCC rapidamente recusou ser utilizada num negócio ao qual era alheia, e no qual o seu bom nome iria ficar publicamente denegrido. Como era de esperar, esta recusa gerou uma enorme indignação entre os organizadores da tourada, que a toda a pressa tiveram de procurar uma outra entidade que servisse de desculpa para a sua pretensa beneficência. A realização da tourada à margem da finalidade que era supostamente a sua razão de ser demonstrou que o verdadeiro interesse era a promoção da tauromaquia e não a ajuda a qualquer instituição.

Não temos dúvidas de que se qualquer pessoa de bom coração deseja contribuir para uma determinada entidade de solidariedade social, o melhor que pode fazer é dar directamente o seu dinheiro a essa entidade. Não precisa de modo nenhum, para isso, de financiar a indústria tauromáquica da ilha Terceira, que no caso da próxima tourada até pretende trazer toureiros do continente, com todos os elevados custos associados à sua deslocação, montante de dinheiro que seria muito mais útil se fosse entregue à suposta entidade beneficiada.

Benefício não é beneficência. E a autêntica beneficência, etimologicamente “fazer o bem”, nunca poderá ter nada a ver com o abuso, maltrato e tortura de seres inocentes nem com o fomento do negócio caduco, sangrento e retrógrado das touradas.



Comunicado do
Movimento Cívico Abolicionista da Tauromaquia nos Açores (MCATA)
17/07/2018